Alta do Etanol e reajuste do ICMS deixam combustíveis mais caros

O Boletim de Preços do Ineep de fevereiro mostra que o início de 2026 foi marcado por mudanças relevantes na dinâmica dos preços domésticos dos combustíveis no Brasil. Os valores praticados ao consumidor subiram, puxados principalmente pelo reajuste do ICMS e a escalada do preço do etanol.

A gasolina apresentou elevação influenciada diretamente pelo reajuste do imposto, que acrescentou R$ 0,10 ao preço final, além do encarecimento do etanol anidro, componente obrigatório na mistura. Com isso, o combustível iniciou 2026 mais caro, atingindo R$ 6,32. Em 27 de janeiro, a Petrobras anunciou uma redução de R$ 0,14 por litro no preço da gasolina em suas refinarias, o que corresponde a uma queda aproximada de 5,2%. Mas ainda não é possível observar plenamente os impactos desse reajuste.

Já o preço médio nacional do GLP, o gás de cozinha, apresentou estabilidade neste início do ano, com um acréscimo de 0,1% em relação ao mês anterior, fechando o mês no valor de R$ 110,31. Esse preço, no entanto, segue acima da média máxima registrada nos últimos cinco anos para o mesmo período (R$ 108,27). Entre as regiões, o Norte registrou maior preço médio (R$ 123,19) e a região sudeste o menor (R$ 108,10). Os estados de Roraima (R$ 141,63) e Tocantins (R$ 128,63) registraram os maiores preços; e Pernambuco (R$ 99,50) e Rio de Janeiro (R$ 99,68) apresentam as menores médias estaduais.

Para saber mais detalhes, acesse: https://ineep.org.br/wp-content/uploads/2026/02/boletim-de-precos-dos-combustiveis-n–33.pdf

 

Crédito Imagem: Canva

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