Consórcio impulsiona acesso aos veículos eletrificados

O Brasil vive um momento de aceleração na adoção de veículos eletrificados. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), cerca de 100 mil unidades foram emplacadas apenas no primeiro trimestre de 2026, praticamente o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. A busca por veículos eletrificados zero quilômetro também avançou 48,1% na comparação anual, de acordo com levantamento da Webmotors.

Nesse cenário de crescimento, o consórcio de veículos eletrificados ganha espaço como uma alternativa acessível e financeiramente mais equilibrada para consumidores que desejam aderir à nova mobilidade sem recorrer ao financiamento tradicional. Regulamentado pelo Banco Central, o consórcio é uma modalidade de compra coletiva que não envolve cobrança de juros. O consumidor paga parcelas mensais compostas pelo valor da carta de crédito e taxas administrativas, podendo ser contemplado por sorteio ou lance ao longo do período contratado.

“À medida que a mobilidade evolui, vemos um consumidor cada vez mais interessado em alternativas que combinem inovação com responsabilidade financeira. O consórcio surge como uma solução estratégica justamente por permitir o planejamento da compra de um veículo eletrificado sem o impacto dos juros, ampliando o acesso a essa tecnologia”, afirma Agustin Celeiro, Diretor do Consórcio Chevrolet.

Entre os principais atrativos da modalidade estão a previsibilidade das parcelas e a flexibilidade de uso da carta de crédito, permitindo ao consumidor maior controle e planejamento na aquisição do veículo.

Nesse contexto, o consórcio se apresenta como uma alternativa especialmente indicada para consumidores que planejam a aquisição do veículo sem urgência, uma vez que a contemplação pode ocorrer em diferentes momentos ao longo do contrato. Para quem deseja antecipar esse processo, a possibilidade de oferta de lances amplia o controle sobre o momento da aquisição.

“O avanço da infraestrutura de recarga, a ampliação da oferta de modelos, os incentivos fiscais – já presentes em diversos estados com isenção ou redução de IPVA – e a redução gradual dos custos das baterias criam um ambiente muito favorável para a eletrificação”, diz Celeiro. “Quando combinamos esses fatores com soluções financeiras mais inteligentes, como o consórcio, conseguimos acelerar ainda mais a democratização do acesso a essa nova mobilidade”, complementa.

Com projeções que indicam vendas entre 280 mil e 300 mil veículos eletrificados em 2026 e a possibilidade de o país ultrapassar a marca de 1 milhão de unidades acumuladas até 2027. “Este é o momento especialmente oportuno para quem deseja planejar a transição para um modelo de transporte mais sustentável”, conclui Celeiro.

 

Crédito Imagem: Canva

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