O Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) avalia de forma positiva o resultado do 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha (OPP4) e do 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão (OPC6) realizados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), nesta quarta-feira (07/10), no Rio de Janeiro. Para o IBP, o resultado dos leilões reflete um ambiente de negócios seguro e estável no mercado brasileiro, que apresenta estabilidade regulatória e segurança jurídica, fatores fundamentais para a atração de novos investimentos para a indústria.
A realização dos leilões é uma sinalização importante ao mercado e mostra a segurança jurídica e regulatória da indústria nacional de óleo e gás. “Em um momento de instabilidades geopolíticas globais, o Brasil se mostra um ótimo porto de investimentos, com diversas fronteiras exploratórias offshore e onshore. O resultado dos leilões reflete a confiança das empresas no setor de óleo e gás brasileiro. Além disso, vale lembrar que a manutenção da oferta dos leilões pela ANP é fundamental para o processo de reposição de reservas e da segurança energética do país”, disse Roberto Ardenghy, presidente do IBP.
Na licitação de partilha 13 blocos foram ofertados e sete arrematados, recorde no modelo de partilha. O bônus de assinatura foi de R$ 530.466.522,04, e estão previstos R$ 778.426.200,00 em investimentos. Já o percentual do excedente em óleo oferecido à União foi de 32,80% e ágio de 132,79% no bloco Magnetita; no Hematita foi 7,18% e 315,79%; Azurita 30% e 139,81%; Jade 18,20% e 65,76%, Cruzeiro do Sul 15,27% e 8,07%, Rubi 25,02% e 91,72% e Rodocrosita 15,52% e 494,64% de ágio.
Já as licitações de concessão apresentaram bônus total de R$ 3.005.659.796,14, com ágio de 3.511,27%, e investimentos previstos de R$ 1.582.134.400,00. Ao todo 303 blocos e cinco áreas de acumulações marginais foram ofertados, sendo 49 blocos arrematados. Três acumulações marginais foram arrematadas com bônus de R$ 1.594.000,00.
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