Citrosuco inicia testes com combustível renovável para a frota de caminhões

São Paulo, 2 de fevereiro de 2026 – A Citrosuco, uma das maiores produtoras de sucos de laranja e ingredientes cítricos do mundo, irá iniciar a utilização de biometano para o abastecimento de parte da sua frota de veículos pesados. O uso do biometano soma-se a uma série de iniciativas já em desenvolvimento, como pilotos de eletrificação na logística terrestre e a utilização biobunker B24 na logística marítima, evidenciando uma estratégia estruturada e contínua de redução das emissões ao longo da cadeia, integrando as ações de descarbonização alinhadas aos Compromissos ESG 2030 da Citrosuco.

O biometano é um gás natural renovável e que tem a capacidade de redução de até 99% nas emissões de CO2 ao substituir combustíveis fósseis. A utilização desta fonte de energia renovável na frota da Citrosuco terá início como um projeto-piloto de três meses de duração. Serão 3 caminhões com sistema de propulsão a gás e alcance de até 500 km por abastecimento completo de biometano.

Os veículos serão utilizados em rotas entre as fábricas e fazendas da empresa no interior de São Paulo, nas áreas ao redor de Matão (SP) e Araras (SP), além de trajetos até o terminal portuário da Citrosuco em Santos (SP). A estimativa é que sejam evitadas até 80 toneladas de emissões de CO2 na atmosfera durante o período de testes.

“Seguimos com nosso foco em promover eficiência, inovação e sustentabilidade para toda a cadeia de sucos e ingredientes da laranja. Ao iniciar em nossas operações os testes com biometano, que tem origem 100% renovável, a Citrosuco reafirma o compromisso de gerar impacto positivo para a sociedade e para o planeta”, destaca Orlando Nastri, Head de ESG da Citrosuco.

“Esse projeto é fruto da parceria estratégica entre Citrosuco e as transportadoras Camargo e LZN, que irão operar os caminhões preparados para circular com biometano e nos apoiar com a coleta dos dados da utilização do biocombustível nessa fase de testes”, afirma Mariana Marques Barreiro, Coordenadora de Logística da Citrosuco.

De acordo com estudos de companhias do setor sucroenergético, o Brasil importa mais de 30% do gás natural fóssil consumido. Esse volume poderia ser gradualmente substituído pelo biometano, ampliando a resiliência da matriz energética, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis importados e impulsionando a economia verde. Com estímulos adequados e visão de longo prazo, o País pode consolidar sua posição como protagonista na transição para uma economia de baixo carbono – tendo o Estado de São Paulo como região de elevado potencial de produção e consumo.

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