Adiar revisões e ignorar sinais de desgaste pode sair caro para o motorista. Segundo a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), a falta de manutenção preventiva está relacionada a 27% dos acidentes urbanos e rodoviários no Brasil. Além dos riscos à segurança, a prática também impacta o orçamento e pode custar até 30% menos do que a corretiva. Falhas em itens como freios, suspensão, sistema de arrefecimento e transmissão estão entre os problemas mais recorrentes em veículos que deixam de seguir o cronograma recomendado pelas montadoras, comprometendo o desempenho, aumentando o consumo de combustível e reduzindo a vida útil do automóvel.
De acordo com Denis Slwczuk, gerente geral de pós-vendas do Grupo T-Line, um dos mais tradicionais grupos de concessionárias do Brasil, a manutenção preventiva deve ser encarada como um investimento e não como uma despesa. “Muitos condutores acreditam que estão economizando ao adiar uma revisão, mas, na prática, isso pode gerar custos muito maiores no futuro. Um componente desgastado pode afetar outros sistemas do veículo e transformar um reparo simples em uma intervenção complexa e com alto custo”, explica.
Entre os principais itens que merecem acompanhamento periódico estão:
- Óleo do motor: normalmente deve ser trocado entre 5 mil e 10 mil quilômetros, ou conforme orientação da montadora. A substituição evita desgaste prematuro e ajuda a preservar o desempenho do motor.
- Filtros: os filtros de óleo, ar e cabine costumam exigir inspeção a cada revisão e troca periódica conforme o plano de manutenção do veículo.
- Pneus: a calibragem deve ser verificada semanalmente e o alinhamento e balanceamento realizados, em média, a cada 10 mil quilômetros ou quando houver sinais de desgaste irregular.
- Freios: pastilhas, discos e fluido de freio devem ser inspecionados periodicamente, especialmente antes de viagens e durante as revisões programadas.
- Bateria: a vida útil costuma variar entre dois e quatro anos, sendo recomendadas verificações preventivas para evitar falhas inesperadas.
- Velas de ignição: dependendo do modelo, a substituição geralmente ocorre entre 40 mil e 100 mil quilômetros.
- Correias: componentes como a correia dentada exigem atenção especial e normalmente têm a substituição recomendada entre 60 mil e 120 mil quilômetros, dependendo do modelo e das condições de uso. Por isso, é fundamental seguir as orientações previstas no manual do veículo.
- Fluidos: líquido de arrefecimento, fluido de freio e da direção hidráulica devem ser avaliados regularmente para garantir o funcionamento adequado dos sistemas.
A manutenção preventiva ajuda a evitar falhas mecânicas, reduzir gastos com reparos e aumentar a vida útil do veículo. “Mais do que realizar a troca de peças, a revisão em uma concessionária autorizada garante que o veículo seja avaliado de forma completa, seguindo as recomendações da montadora. No Grupo T-Line, contamos com equipes especializadas, tecnologia de diagnóstico e peças originais, oferecendo mais segurança, confiabilidade e tranquilidade ao cliente”, finaliza o especialista.
Crédito Imagem: Divulgação | Oficina Grupo T-Line