Comprar o primeiro carro exige mais do que escolher um modelo e encontrar uma parcela que caiba no bolso. Para evitar surpresas após a aquisição, o motorista precisa considerar os custos de manutenção, combustível, seguro, impostos e documentação, além de verificar o histórico e as condições gerais do veículo.
O mercado de usados e seminovos oferece diversas alternativas para quem está começando a dirigir. Segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto), o Volkswagen Gol foi o carro usado mais negociado no Brasil em 2025, com mais de 814 mil unidades comercializadas. Chevrolet Onix e Hyundai HB20 também figuraram entre os modelos com maior volume de negociações no período.
A popularidade de um modelo, contudo, não garante baixo custo de manutenção. Antes de fechar negócio, é importante comparar o consumo de combustível, os preços das peças de reposição, o valor do seguro e a disponibilidade de assistência técnica. Uma avaliação mecânica independente também ajuda a identificar a necessidade de reparos e antecipar possíveis despesas.
Documentação e débitos entram no cálculo
Além da checagem mecânica, consultar a situação documental do automóvel é uma etapa importante da compra. Pendências como IPVA em atraso, multas e taxas de licenciamento não pagas podem representar custos adicionais para o comprador e devem ser verificadas antes da conclusão do negócio.
Ferramentas digitais podem facilitar essa consulta. A Zapay, por exemplo, permite consultar débitos veiculares pela plataforma e oferece opções de pagamento e parcelamento de tributos e outras pendências, conforme as condições disponíveis para cada operação.
Para quem está adquirindo o primeiro veículo, considerar esses fatores ajuda a ter uma estimativa mais realista do custo não apenas de comprar, mas também de manter o automóvel em circulação e com a documentação em dia.
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